CineCongrega

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Um projeto do curso de Jornalismo da Urcamp

Exibições de filmes nacionais licenciados pela Ancine e produções de documentários dos acadêmicos de Jornalismo.

ONDE: Teatrinho Da URCAMP

QUANDO: de 23 a 27 de outubro

 

Segunda-feira – 14h 30min Lixo extraordinário (2011)– filme documentário dirigido por Vik Muniz, indicado ao Oscar. Filmado ao longo de dois anos (agosto de 2007 a maio de 2009), Lixo Extraordinário acompanha o trabalho do artista plástico Vik Muniz em um dos maiores aterros sanitários do mundo: o Jardim Gramacho, na periferia do Rio de Janeiro. Lá, ele fotografa um grupo de catadores de materiais recicláveis, com o objetivo inicial de retratá-los. No entanto, o trabalho com esses personagens revela a dignidade e o desespero que enfrentam quando sugeridos a reimaginar suas vidas fora daquele ambiente. A equipe tem acesso a todo o processo e, no final, revela o poder transformador da arte e da alquimia do espírito humano. (99 minutos)

Bagé, o tempo e o vento (2013)– documentário realizado por acadêmicos que registra a passagem por Bagé e impressões da equipe de produção do longa metragem O tempo e o vento, dirigido por Jayme Monjardim;

terça-feira – 14h30min LATORRE, alma, terra e sangue Doc (2014) curtametragem dirigido pela publicitária bagense, Adriana Gonçalves, abordando a história do lendário degolador da revolução de 1893. Ganhador do festival Intenacional de Cinema da Fronteira.

LATORRE, alma, terra e sangue makinh-off (2014) – Documentário realizado pelos alunos no formato de making off, descrevendo o esforço de direção e montagem do curtametragem de mesmo nome, dirigido por Adriana Gonçalves. Trabalho que estimula a produção cinematográfica na cidade;

O Palhaço (2011)Benjamim (Selton Mello) trabalha no Circo Esperança junto com seu pai Valdemar (Paulo José). Juntos, eles formam a dupla de palhaços Pangaré & Puro Sangue e fazem a alegria da plateia. Mas a vida anda sem graça para Benjamin, que passa por uma crise existencial e assim, volta e meia, pensa em abandonar Lola (Giselle Mota), a mulher que cospe fogo, os irmãos Lorotta (Álamo Facó e Hossen Minussi), Dona Zaira (Teuda Bara) e o resto dos amigos da trupe. (90 min)

quarta-feira Pra Sempre (2015)– Documentário que descreve o trabalho da Fazenda Esperança, única comunidade terapêutica da região dedicada tratamento de dependentes químicos. Aborda a questão da drogadição, seus efeitos individuais e nas famílias;

Barravento (1962) é o primeiro longametragem dirigido por Glauber Rocha. A história acompanha um negro educado que volta à aldeiazinha de pescadores em que foi criado para tentar livrar o povo do domínio da religião. Filmagens na praia do Buraquinho em Itapuã na Bahia. O termo “Barravento”, conforme explicado no início do filme, “é o momento de violência, quando as coisas de terra e mar se transformam, quando no amor, na vida e no meio social ocorrem súbitas mudanças. (80 min)

Escrevo. E só (2014)- Documentário que propõe análise e incentivo à produção literária que recebeu prêmio patrimônio cultural do festival Internacional de Cinema da Fronteira;

quinta-feira – 14h30min Bravo, Brasil (2016)– Documentário realizado pelos alunos do Jornalismo com a Seleção Brasileira Paralímpica de Futebol de Sete durante o período de treinamento realizado em Bagé para as Paralimpíadas do Rio de Janeiro. O trabalho aborda a questão da inclusão de pessoas com deficiência através do esporte e temas como preconceito. Premiado como o melhor filme pelo júri popular no festival Internacional de Cinema da Fronteira de 2016.

O Sabiá (2010)O filme acompanha a história de Juvêncio, um menino quilombola que após ter sido abandonado pela mãe se recusa a falar. Os avós insistem em sua educação e através da oralidade tem o desafio de perpetuar a herança cultural africana no momento em que a luz elétrica chega ao quilombo do “Rincão do Inferno”, no sul do Brasil. (15 min)

Capturas (2017) – Documentário que relata a biografia e obras de três fotógrafos bajeenses e seus diferentes estilos.

sexta-feira – 14h30min Obrigado por vir (2017) – curtametragem em documentário produzido e realizado pelos acadêmicos de Jornalismo que aborda o risco da depressão e do suicídio entre os jovens.

Tropicália – Uma análise sobre o importante movimento musical homônimo, liderado por Caetano Veloso e Gilberto Gil no final dos anos 1960. O documentário resgata uma fase na história do Brasil em que cena musical fervilhava e os festivais revelavam vários novos talentos. Ao mesmo tempo, o Brasil sofria com a ditadura dos generais no poder, o que fez com que Caetano e Gil fossem exilados do país. (87 min)

Em todos os dias haverá projeção intermediária com os curtas de 30 segundos realizados pelos acadêmicos de Jornalismo para campanhas contra a violência e em favor da doação de sangue.